QUEM SOU EU

AGRADECEMOS A SUA VISITA, VOLTE SEMPRE!
A Representação de Ensino Zona Sul de Porto Velho, foi criada com base no Parágrafo 2º do Art. 56 da Lei Complementar Nº 549, de 28/12/2009, onde as escolas da jurisdição de Porto Velho foram divididas em 3 (três) Representações de Ensino, ficando assim definidas em Centro – Zona Sul e Leste. A Representação de Ensino da Zona Sul de Porto Velho, atende atualmente 22.399 ( vinte e dois mil trezentos e noventa e nove) alunos, distribuídos em 26 escolas nos níveis Fundamental e Médio e nas modalidades ensino Regular e Educação de Jovens e Adultos, bem como a Educação Especial e Ensino Médio do Campo.

20 de julho - Dia do Amigo

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Conselho Escolares

Programa Nacional de Fortalecimento dos Conselhos Escolares


As famílias podem se envolver ativamente nas decisões tomadas pelas escolas dos seus filhos. Candidatar-se a uma vaga no conselho escolar é uma boa maneira de acompanhar e auxiliar o trabalho dos gestores escolares.

O Conselho Escolar é constituído por representantes de pais,estudantes,professores, demais funcionários, membros da comunidade local e o diretor da escola. Cada escola deve estabelecer regras transparentes e democráticas de eleição dos membros do conselho.

Cabe ao Conselho Escolar zelar pela manutenção da escola e participar da gestão administrativa, pedagógica e financeira, contribuindo com as ações dos dirigentes escolares a fim de assegurar a qualidade de ensino. Eles têm funções deliberativas, consultivas, fiscais e mobilizadoras, garantindo a gestão democrática nas escolas públicas.

Entre as atividades dos conselheiros estão, por exemplo, definir e fiscalizar a aplicação dos recursos destinados à escola e discutir o projeto pedagógico com a direção e os professores.

Acompanhamento dos pais/responsáveis nas atividades escolares

Dia a dia do seu filho


* Cultive o hábito da leitura em sua casa.

* Ajude seu filho a conservar o livro didático. O material servirá para outros alunos futuramente.

* Acompanhe a frequência da criança ou do adolescente às aulas e sua participação nas atividades escolares.

* Visite a escola de seus filhos sempre que puder.

* Observe se as crianças ou adolescentes estão felizes e cuidadas no recreio, na hora da entrada e da saída.

* Verifique a limpeza e a conservação das salas e demais dependências da escola.

* Observe a qualidade da merenda escolar.

* Converse com outras mães, pais ou responsáveis sobre o que vocês observam na escola.

* Converse com os professores sobre dificuldades e habilidades do seu filho.

* Peça orientação aos professores e diretores, caso perceba alguma dificuldade no desempenho de seu filho. Procure saber o que fazer para ajudar.

* Leia bilhetes e avisos que a escola mandar e responda quando necessário.

* Acompanhe as lições de casa.

* Participe das atividades escolares e compareça às reuniões da escola. Dê sua opinião.

* Participe do Conselho Escolar.

Simulado Prova Brasil 2011

Prova Brasil


Nos anos em que a Prova Brasil e o Saeb são aplicados, as secretarias estaduais e municipais de educação e as escolas públicas da educação básica, que possuem turmas de quarta e oitava séries (quinto e nono anos) do ensino fundamental e terceira série do ensino médio, recebem os cadernos Matrizes de Referência, Temas, Tópicos e Descritores.

Os cadernos trazem informações aos gestores e professores sobre os pressupostos teóricos que embasam a avaliação, os descritores e uma série de exemplos de itens (questões) sobre língua portuguesa e matemática das séries a serem avaliadas.

Caderno da Prova Brasil 2011 / Caderno do Saeb 2011
Palavras-chave: Prova brasil, saeb, avaliação da educação básica, matrizes de referência, matrizes

segunda-feira, 27 de junho de 2011

PARABÉNS A TODA EQUIPE!

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E.E.E.F.M. ESTUDO E TRABALHO

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PARABÉNS!

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MEIO AMBIENTE

A TERRA - NOSSA COMUM PEDE SOCORRO!

O que mata um jardim não e o abandono...
O que mata um jardim e esse olhar vazio
De quem por ele passa indiferente.
(Mario Quintana)
A relação entre estado e sociedade vem sendo construída com a história da própria humanidade, é o resultado dos conflitos, dos interesses, das interações e dos sonhos. Tratar dessa relação é falar sobre o poder e a vida: como se organizar e como assegurar a sobrevivência da espécie humana na nossa casa comum-A TERRA, garantindo a possibilidade viver com dignidade.
Uma breve retrospectiva da relação estado e sociedade, mostra-nos como ela moldou a história da humanidade, explodimos bombas atômicas, produzimos guerras mundiais, declaramos que todos os humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos; criamos doenças e inventamos vacinas, geramos o efeito estufa, comprometemos a biosfera, lutamos contra as mudanças do clima, excluímos dois 2/3 da humanidade, defendemos a solidariedade entre as nações, praticamos a tolerância, lutamos contra as injustiças sociais.
As interações continuam acontecendo: os conflitos de interesses e os convívios. Logo, a relação entre estado e sociedade é marcada historicamente por tudo o que construímos no agora, por nossas decisões, por nossos valores e por nossa visão de mundo.
         Construímos, também, quando respeitamos o diferente, quando não jogamos lixo na rua, quando cuidamos de nós, dos que estão a nossa volta.
Também construímos quando somos indiferentes ou omissos ou, ainda, quando estamos alheios a realidade. Quando vemos miséria, violência, corrupção, destruição do meio ambiente.
A condição de estarmos vivos exige responsabilidade e cuidado para conosco, para com o outro, com a natureza e tudo o que esta ao redor.
         A cada resposta ou omissão, definimos quem somos. A cada sim ou não, construímos essa relação. São nossas marcas deixadas na vida, nossos passos pelo chão.


          Ainda vemos nossos alunos tirando nota “10” nas provas, mas ainda assim continuam a jogar lixo na rua, no chão do ambiente escolar, atear fogo em lixo e mato indiscriminadamente, destruir trabalhos expostos ou outro tipo de ação destrutiva sem perceberem a extensão dos seus atos, sem se sentirem responsáveis pelo mundo em que vivem.